
O Centro Médico Infantil (CMI) de Cuiabá ultrapassou a marca de 62 mil atendimentos nos sete primeiros meses de 2026. Entre janeiro e julho, foram realizados 62.681 atendimentos, consolidando a unidade como um importante serviço de assistência pediátrica da rede pública municipal, no período.
Mantido pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, o CMI oferece atendimento para crianças em diferentes níveis de complexidade, desde consultas e procedimentos até situações de urgência e emergência.
Do total registrado, foram 32.324 consultas médicas, 15.526 atendimentos na Sala de Medicação, 9.959 retornos ambulatoriais e 3.511 atendimentos odontológicos.
A unidade também registrou 466 atendimentos na Sala Vermelha Pediátrica, destinada a casos graves, 426 na Sala Amarela, 275 na Sala de Observação Pediátrica e 35 atendimentos na sala de isolamento.
Outro indicador de destaque são as 33.463 classificações de risco realizadas nos primeiros sete meses do ano. A triagem permite identificar a gravidade de cada caso e estabelecer a prioridade de atendimento conforme a condição clínica da criança.
Para a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, os números demonstram a capacidade da rede municipal de oferecer atendimento pediátrico especializado e qualificado à população.
“Ultrapassar 62 mil atendimentos em apenas sete meses mostra a dimensão do trabalho realizado diariamente pelas nossas equipes. Estamos falando de milhares de crianças que receberam atendimento e acompanhamento dentro da rede pública. Nosso compromisso é continuar fortalecendo os serviços, qualificando os profissionais e garantindo que as famílias tenham acesso a uma assistência segura e de qualidade”, afirmou.
A secretária adjunta de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, Érika Carvalho, destacou a estrutura e a atuação integrada das equipes como fatores importantes para garantir o atendimento conforme a necessidade de cada paciente.
“O CMI possui uma estrutura preparada para atender desde situações de menor complexidade até casos graves que exigem resposta imediata. Esses números mostram não apenas o volume de atendimentos, mas a capacidade das equipes de organizar o fluxo, classificar os pacientes de acordo com a gravidade e oferecer o cuidado adequado para cada criança”, explicou.
A assistência é realizada por uma equipe multiprofissional formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, odontólogos, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos, nutricionistas e outros profissionais.
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