
O Centro Médico Infantil (CMI) de Cuiabá contabilizou 91.095 atendimentos desde sua inauguração em dezembro de 2025. A unidade, mantida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, oferece assistência pediátrica em diferentes áreas, incluindo consultas, odontologia, medicação e atendimento a casos de urgência e emergência.
Os dados mostram que os consultórios médicos concentraram o maior volume de atendimentos, com 43.717 registros. A Sala de Medicação aparece em seguida, com 26.217 atendimentos, enquanto os retornos médicos somaram 14.644. Na área odontológica, foram realizadas 4.901 consultas e 83 retornos.
Para a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, o volume de atendimentos evidencia a relevância da unidade para a assistência às crianças da Capital.
“Os números mostram o quanto o Centro Médico Infantil é importante para a rede municipal de saúde. Trabalhamos para manter os serviços em funcionamento e garantir que as crianças tenham acesso ao atendimento de que precisam, com equipes preparadas e uma estrutura capaz de atender diferentes situações”, afirmou.
A unidade também recebeu pacientes em quadros que exigem atenção imediata. Ao longo dos nove meses, a Sala Vermelha Pediátrica registrou 546 atendimentos, a Sala Amarela contabilizou 482 e a Sala Verde, destinada à observação, somou 347. Outros 43 atendimentos ocorreram na sala de isolamento.
A secretária adjunta de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, Érika Carvalho, destacou a importância da estrutura e da organização dos atendimentos para direcionar os pacientes de acordo com suas condições clínicas.
“Cada criança chega à unidade com uma necessidade diferente, e a organização do atendimento é fundamental para que os casos sejam encaminhados corretamente. A classificação de risco ajuda as equipes a identificar quem precisa de assistência mais rápida e a definir a prioridade de cada paciente”, explicou.
Entre janeiro e setembro, foram realizadas 42.580 classificações de risco no CMI. A categoria de menor urgência concentrou 30.632 registros, seguida pelos casos de urgência, com 8.901. Também foram classificados 1.242 atendimentos como prioridade, 930 como muito urgentes e 83 como emergências. Os casos não urgentes somaram 784, além de oito registros relacionados a suturas.
A triagem é utilizada para avaliar as condições clínicas dos pacientes e orientar a ordem de atendimento, considerando a gravidade de cada quadro.
O levantamento também aponta a realização de 9.931 exames de raio-X entre janeiro e agosto deste ano. A maior parte, 9.373 exames, foi registrada na área vinculada à Sala de Medicação. Os demais foram distribuídos entre a Sala Vermelha, com 309 exames; a Sala Amarela, com 149; a Sala Verde, com 92; e o isolamento, com oito.
Os exames complementam a avaliação médica e auxiliam na investigação de problemas de saúde que acometem o público infantil.
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